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30/07/2012 - 17h02 |
BIRITIBA MIRIM
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Nesta segunda-feira (30), o presidente do Aeroclube de Biritiba Mirim, Osvando Reis de Souza, prestou depoimento na delegacia do municÃpio. O delegado Francisco Del Poente investiga as causas do acidente de traike que matou o piloto Marcelo Barreto no dia 24 de julho.
Osvando entregou alguns documentos que trouxeram novidades ao caso.
Durante o levantamento do histórico do aeroclube, realizado pela polÃcia da cidade, um documento de outubro de 2010 da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), proibia o funcionamento do local.
De acordo com a portaria, a única explicação e as condições do aeroclube estavam fora do Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica (RBHA). Mesmo com a proibição, o uso da pista para pousos e decolagens não era impedido.
O vice-presidente do aeroclube, Celso Garcia, garantiu que as aulas foram suspensas assim que a Anac revogou a licença. De acordo com Celso, apenas os pilotos habilitados utilizavam a pista.
Segundo o delegado, nesta quarta-feira (1º), dois funcionários do aeroclube devem prestar depoimentos.
O acidente
No dia 24 de julho, o piloto Marcelo Sales Barreto, de 34 anos, decolou com um traike, asa-delta motorizada, do Aeroclube de Biritiba Mirim.
Depois de levantar voo, o piloto caiu em meio a uma plantação de eucaliptos.
As testemunhas que estavam no local disseram que Marcelo teria batido uma das asas nas árvores ao fazer uma curva.
A aeronave pegou fogo e o piloto morreu na hora.
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